Se fossemos robôs...


Robô é o termo que se usa, geralmente, para máquinas, no que se entende por tarefas finitas. Atualmente se aplicam a "equipamentos" eletrônicos que executam tarefas pré-estabelecidas por um comando externo. Por isso, são extremamente úteis ao ser humano. Foi, sim, uma boa invenção.

Bom, mas essencialmente não substituem certos aspectos humanos. Principalmente o existencial.

Mas e se... fossemos robôs?

A princípio, não teria a menor graça. Na verdade, não criaríamos, não consumiríamos, não habitaríamos, não seríamos nada. Apenas receberíamos ordens.

Chato não???

Porém, a trilha que um robô segue normalmente não os leva a queda. Estão sempre executando suas tarefas e quebram apenas com o uso exagerado. Sendo facilmente, com auxílio de peças, consertados. Atitude, mesmo que premeditada, inteligente.

Trocando em miúdos: não somos robôs, nós os criamos. Porém, neste ciclo, há também o que nos criou. Este, sim, soube utilizar uma peça fundamental que não quebra e que merece toda a admiração: o livre arbítrio. Com esta peça, podemos criar, amar, rir e chorar. Coisas que as máquinas até fazem, mas por acionamento de botões.

Você conseguiria fazer um ser humano? Também podemos! No ato da permutação.

Mas criar um ciclo igual a este, impossível para nós. Para Deus... sim Ele pode!



Então, para mim ficou claro: não obedecemos ordens, pois somos livres. Apenas andamos conforme seus ensinamentos pois sem estes andaríamos sem rumo, nossa peça iria ser quebrada. Deus ainda nos dá um pilha, com carga infinita, chamada Espírito Santo. E um amigo, que nos concerta quando precisamos, nos auxília, nos guia e nos fortalece, chamado Jesus.

Eu poderia ser o dono do controle remoto, mas por livre arbítrio, entreguei a Ele!
PMSS

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SOBRE O AUTOR

Paulo Matheus Souza de Souza nasceu em 1989, na cidade Porto Alegre. É engenheiro civil e trabalha com pesquisa na área. Começou a escrever cedo, junto com os irmãos, primos e amigos. Juntos, eles fundaram uma “editora”, chamada Scott, onde o que mais faziam basicamente histórias em quadrinhos. Com o tempo, o autor passou a escrever histórias mais longas, algumas até hoje inacabadas. Em 2008 começou a escrever contos e crônicas neste blog pessoal.

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