O que eu entendo por música



A crise está terrível. Mas por aqui não vemos seus efeitos, exceto com os trabalhadores de grandes montadoras. Parece que para essa febre o Brasil foi vacinado.


Mudando de assunto...


Eu recebi um email esses dias de uma amiga minha, engraçado. Dize-se da seguinte soma:


Carlitos Tevez + Tutubarão = Michael Phelps


Mudando de assunto...




Ou melhor, vamos começar o assunto.




A música é algo que não tem explicação. Fim.


Bom, vou tentar explicar, é óbvio que não sou músico nem nada, mas o cliente tem sempre a razão (eu acho/perco). A música é o que conseguimos captar com nossa audição. Normalmente tem ritmo. Todas tem significado, ainda que algumas sejam tão ocultas que só girando o disco ao contrário é que conseguimos ver seu sentido. Nos transporta para um mundo em que a razão de expressar se torna nítida. Com a música podemos, por exemplo, fazer alguém decorar a taboada. Nesse caso muito raro, o ritmo deve ser bem marcante. Mais marcante ainda se fosse a tabela periódica.


A música é o sustento para muitos. Houve uma crise global, certa vez, que fez os instrumentista da orquesta de Moscou tocarem nas estações de trem. Imaginem, música clássica de primeira sendo tocada por trocados (e com isso termino com a crise e seus efeitos, espero...).


A música, mais do que ter um valor cultural, tem um valor fundamental na formação de um indivíduo. Imagine se, por exemplo (Hiiii...), Homer Flintstone, um cidadão escandinavo (é frio e longe!) nasce e cresce mudo, escutando apenas o vento. O gelo é sua terra e o urso polar, seu inimigo. Não há sabiás em palmeiras para cantar, não há MTV, não há tempestades musicais tão pouco aventuras sonoras. Apenas as adversidades rotineiras de uma vida na neve. O que seria desse rapaz? Certamente veríamos ali um legítimo homem das cavernas, um joão d'água, um ninguém. Bem... o certo é que a música está em tudo. No caso de Homer (o exemplo), ela é apenas um motivo de diversão, caso ele resolva batucar am alguma coisa.


A música também desempenha importante papel histórico. Se não fosse Carlos Gomes, com sua ópera O Guarani, a fama de Brizola seria um pouco menor em suas aparições. Se não fosse o Duque Estrada e a letra do Hino Nacional, nossos bosques não teriam mais vida e não seríamos o florão da América. Se não fosse o nana-neném, a cuca talvez pegaria o neném.
Enfim, a música é, como outros valores - sejam eles artísticos ou não - uma linha que divide nossa existência, sem ela tudo seria sem graça, de forma literal. A raça humana não seria nada do que é hoje (não que hoje seja lá essas coisas no momento...).
Bom, para um desentendido de música até que saiu bastante coisa. Espero que o texto tenha informado algo diferente do que realmente se vê (lê). Qualquer coisa nova eu apenas corrijo aqui mesmo. Thak you so very much! My friend (so long).
PMSS

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SOBRE O AUTOR

Paulo Matheus Souza de Souza nasceu em 1989, na cidade Porto Alegre. É engenheiro civil e trabalha com pesquisa na área. Começou a escrever cedo, junto com os irmãos, primos e amigos. Juntos, eles fundaram uma “editora”, chamada Scott, onde o que mais faziam basicamente histórias em quadrinhos. Com o tempo, o autor passou a escrever histórias mais longas, algumas até hoje inacabadas. Em 2008 começou a escrever contos e crônicas neste blog pessoal.

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