Além do que os olhos podem ver




Depois que ouvi falar sobre as guerras entre Globo e Record, resolvi fazer algo que há muito tempo estava por fazer: ver algo que é proibido no Brasil. Errado? Na verdade não. É algo que é necessário que todos nós vejamos, pois esse documetário foi proibido justamente pelo seu maior afetado, o já falecido Roberto Marinho. Ele foi um homem público? Não literalmente, mas conseguiu proibir esse documentário. Pergunta de novo: ele foi um homem público? Vendo o filme você muda a concepção rapidinho.

Por que todos criticam Sarney? O que eles fez? Qual o motivo de a Globo não mostrar nada sobre o passado desta pessoa, omitir sua origem política e suas relações com a mídia? Se você ver esse documentário, que foi produzido há muito tempo atrás, tudo será explicado. A história não mente.

Muito Além do Cidadão Kane
. Produzido em 1993 pelo Canal 4 da Inglaterra, descobriu por que somos ricos e por que somos pobres. Ricos em produção, pobres em distribuição. Poderíamos culpar apenas os governantes, mas há algo ainda mais preocupante e que ainda age contra esse desenvolvimento. Se chama Rede Globo. O documentário foca quem foi maior do que Cidadão Kane.

Mas quem foi esse, primeiramente? Kane é um filme, produzido em 1941, sendo considerado um dos melhores já feitos. Cidadão Kane é supostamente baseado na vida do magnata do jornalismo William Randolph Hearst (publicamente, Welles, produtor e protagonista do filme, negava), e conta a história de Charles Foster Kane, um menino pobre que acaba se tornando um dos homens mais ricos do mundo.

O filme inicia com a sua morte, quando se pronuncia a palavra Rosebud, que acaba levando um jornalista a investigar a vida de Kane para descobrir o sentido da palavra. Entrevistando pessoas do passado de Kane, o jornalista mergulha na vida de um homem solitário, que desde a infância é obrigado a seguir a vontade alheia. Ninguém a seu redor importa-se com Kane, que busca por meio da aquisição de bens e pessoas encontrar a infância perdida.

Entretanto, o documentário intitulado Muito Além do Cidadão Kane mostra, de fato, uma verdade bastante incoveniente, mas para os poderosos é claro. Que além de existir alguém assim, que tem poderes sobre tudo e sobre todos no mundo, ainda esse alguém está mais perto do que imaginamos. Basta você ligar a TV e aparecer um simbolo nada agradavel.

Muitas denúncias são feitas do documentário. Bem por isso, a Rede Globo as proibiu. Veja como foi esse processo:

Controvérsia sobre direitos britânicos

O documentário foi transmitido pela primeira vez em Setembro de 1993 no Canal 4 do Reino Unido. A transmissão foi adiada em cerca de um ano, pois a Rede Globo contestou, baseando-se em leis britânicas, os produtores de Muito Além do Cidadão Kane pelo uso sem permissão de pequenos fragmentos de programas da emissora para fins de "observação crítica e de revisão".

Durante este período, o diretor Simon Hartog morreu após uma longa enfermidade. O processo de edição do documentário foi assumido por seu co-produtor, John Ellis. Quando pôde ser finalmente transmitido, cópias do documentário foram disponibilizadas pelo Canal 4 ao custo de produção. Muitas dessas cópias foram enviadas ao Brasil através da comunidade brasileira residente na Grã-Bretanha.

Banimento no Brasil

A primeira exibição pública do filme no Brasil ocorreria no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), em Março de 1994. Um dia antes da estréia, a Polícia Militar recebeu uma ordem judicial para apreender cartazes e a cópia do filme, ameaçando, em caso de desobediência, multar a administração do MAM-RJ. O secretário de cultura acabou sendo despedido três dias depois.

Durante os anos noventa, o filme foi mostrado ilegalmente em universidades e eventos sem anúncio público de partidos políticos. Em 1995, a Globo entrou com um pedido na Justiça para tentar apreender as cópias disponíveis nos arquivos da Universidade de São Paulo (USP), mas o pedido foi negado. O filme teve acesso restrito a grupos universitários e só se tornou amplamente visto a partir do ano 2000, graças à popularização da Internet.


Mas a verdade não pode se esconder!

Veja clicando aqui o documentário, sem precisar fazer o download, e tire você mesmo suas conclusões.

Tudo está errado nela. Suas novelas causam esperança, mas a Globo nunca deu nada a ninguém para mudar a situação brasileira, apenas mantê-la para não ser ameaçada. Ou seja, a esperança do povo não é a escolha da Globo. Seus noticiários escondem a verdade. Seus programas ensinam valores destrutivos, que levam sempre para a mesma direção: a perdição.
Num momento em que há essa disputa entre redes de televisão, nada mais sadio. Mas, para efeito de escolha, a primeira coisa é eliminar esse mal chamado Rede Globo, que com certeza vou dedicar toda e qualquer crítica negativa enquanto não for abaixo.
E adoro saber que os evangélicos fazem a Globo tremer. Quem nunca ouviu falar do Projeto Anti-Cristo (Projac)? Sabemos que a Globo não tem nada a ver com o bom senso. Espiritismo, Umbanda, Islamismo. Mas o cristianismo não mora lá. Ou seja: achou-se o ponto fraco dessas organizações traiçoeras.

Acho que é o melhor momento para se dizer CHEGA DE REDE GLOBO!

PMSS

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SOBRE O AUTOR

Paulo Matheus Souza de Souza nasceu em 1989, na cidade Porto Alegre. É engenheiro civil e trabalha com pesquisa na área. Começou a escrever cedo, junto com os irmãos, primos e amigos. Juntos, eles fundaram uma “editora”, chamada Scott, onde o que mais faziam basicamente histórias em quadrinhos. Com o tempo, o autor passou a escrever histórias mais longas, algumas até hoje inacabadas. Em 2008 começou a escrever contos e crônicas neste blog pessoal.

1 comentários:

Rakel disse...

Nossa que manipuladora essa Globo hein...