Todo mundo tem um ídolo...

E a minha se chama Linduxa! Digo, Princesa! Digo, Daniele Lopes!

Moldura 1
Sempre quando há imagens, eu gosto de escrever (isso também é uma indireta para que ela continue desenhando!).

Então lá vai!

"Em uma praça qualquer, existia um banco. Banco de praça, entende? E lá estava nosso caro amigo CasAblerto de Nóbrega, conhecido apenas como o sr. da Praça. Ele estava lá quieto, lendo seu jornal, quando de repente um sujeito meio estranho aparece vindo do horizonte tranquilo. Ele sentou-se com sua malinha ao lado do velho. Ele logo soltou:
- Eu sou Forrest, Forrest Gump.
Houveram aplausos. Ou eram os pássaros que fugiam das árvores?
- Sim, bom dia para você também! - respondeu o sr. da Praça.
- Minha mãe me dizia que eu era normal.
- Sua mãe lhe disse isso?
- Yep!
Moldura 2
- Hmm, sim. - respondeu o sr. da Praça, entretido com a página policial.
Enquanto Gump contava sobre Jenny, do outro lado um homem, que parecia estar 51% alterado. Ele mirou o banco, andou, e continuou até cair deitado. O banco era grande. Mas o sr. da Praça retrucou:
- Viu quantos morreram ontem?
- Jenny disse para eu correr, e foi o que fiz.
O sr. da Praça largara uma risada. Nem os pombos que estavam por perto souberam do motivo.
A risada, sem dúvida, é um grande radar.
Moldura 3
Isso pois um Guarda, notando o banco, se aproximou e cutucou a onça com um revólver.
- Levanta dai seu mocorongo!
O homem,  que parecia vir de Piracicaba, levantou e, quase chorando feito criança, lamentou:
- Seu Guarda eu não sou vagabundo, eu não sou delinquente, sou um cara carente...
Forrest olhou para o rapaz, e lembrou-se do Tenente Dan. Não mais do que isso.
O Guarda respondeu:
- Você está carente? Tenho uns amigos na chefatura que estão precisando de carentes como você!
Nesse momento, novamente, o sr. da Praça lançou mais uma de suas risadas descomunais. E tinha motivo: não contrariar o Guarda, já que havia roubado o jornal do menino que vendia jornais velhos.
Moldura 4
O homem foi levado pelo Guarda, e de seu bolso, a foto de sua amada caiu no chão.
Forrest lembrou:
- Jenny. Preciso encontrá-la. Sabe onde fica a praça Boulevard Bouchevique?
- Hmm, sim. - disse o sr. da Praça, agora ocupado, lendo o caderno de economia. - Digo, sei sim. Esta é a praça.
Forrest saiu correndo em direção a um muro, deu um salto contra ele, girando em um mortal twist carpado, e voltou em direção ao sr. da Praça.
- Você é a minha Jenny.
O velho tirou a máscara. Sim, ele era ela. Os dois ficaram ali conversando um tempo, e logo, surgiram outras risadas, agora de Jenny.
Forrest entregou a ela a foto que havia caído do bolso do homem de Piracicaba. Era de uma mulher desconhecida. 
Forrest e Jenny agarraram-se em pombos e saíram voando. Era dezembro, a neve estava derretendo."


PMSS

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SOBRE O AUTOR

Paulo Matheus Souza de Souza nasceu em 1989, na cidade Porto Alegre. É engenheiro civil e trabalha com pesquisa na área. Começou a escrever cedo, junto com os irmãos, primos e amigos. Juntos, eles fundaram uma “editora”, chamada Scott, onde o que mais faziam basicamente histórias em quadrinhos. Com o tempo, o autor passou a escrever histórias mais longas, algumas até hoje inacabadas. Em 2008 começou a escrever contos e crônicas neste blog pessoal.

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