Relatos Alucinantes - 2 de 2




Como dito antes, Jeremy Oscar liberou para quem queira ouvir as histórias facinantes sobre o lugar denominado 'El tontero'. Hoje, como se sabe, está interditado pela justiça por causa de situações apavorantes que aconteciam lá. Dois investigadores do FBI brasileiro (?) morreram em suas investigações. Ninguém mais ousou tentar explorar a casa, que por sinal, parecia estar sem habitantes. Mas isso ainda será explicado.


Hoje vamos revelar mais um relato impressionante, de um senhor que conseguiu fugir duas vezes do 'El tontero'. De lá, ele pode supor o que seria lá fora. Ele se chamava John Mustafá da Silva, segundo ele, mas gostava de ser chamado de 7, 0-0-7:



Mustafá



"Eu tinha 33 anos, quando minha mãe me levou para a escola pela primeira vez. Eu tinha cadernos e canetas naquela época, acho que foi ontem... Mas não tive muito tempo, eles me pegaram! Foi horrível, acho que me confundiram com um colchão!


Tudo terminou quando eu estava na Universidade de Oxford tocando um pagode, quando depois de quinze minutos de silêncio total, homens de branco me levaram a força para as câmaras de gás de Hitller. Eles diziam: 'Não toquem nele, ele é radioativo, pode ter dengue também!'.


Isso não era justo. Tinham subornado todos que me mantinham sob proteção militar. O General Albert nem me reconheceu. Tudo estava acabado, planos, viagens e planos, e planos. Planos. E isso sem contar com os planos.


Mas não perdi as esperanças! Tudo mudou com a revolta dos colchões. Por eles terem patas, andaram em circulos duas vezes até sairem voando. Isto foi encarado de forma literal para mim.


De fato, nunca mais voltei para aquele lugar. Nem eu, nem Jones, meu amigo. Ele era o diretor especial do internato. Todos lá dentro o consideravam 'El Napoleon'. Mas morreu vítima de si mesmo...

Hoje tudo está normal...

talvez, quem sabe, continua...





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SOBRE O AUTOR

Paulo Matheus Souza de Souza nasceu em 1989, na cidade Porto Alegre. É engenheiro civil e trabalha com pesquisa na área. Começou a escrever cedo, junto com os irmãos, primos e amigos. Juntos, eles fundaram uma “editora”, chamada Scott, onde o que mais faziam basicamente histórias em quadrinhos. Com o tempo, o autor passou a escrever histórias mais longas, algumas até hoje inacabadas. Em 2008 começou a escrever contos e crônicas neste blog pessoal.

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